terça-feira, 21 de setembro de 2010

Historias de um Despertar de Poetas

Helloi



Bom, acho que eu deveria me apresentar.


Mas não há melhor maneira de me conhecer do que clicar em um dos muitos links que há no blog e que irão lhe direcionar a uma pagina para nossa melhor relação.


Farei então um outro tipo de apresentação.



A do blog.



A do blog.


Fiquei pensando a algum tempo sobre o que eu realmente iria escrever aqui. Literatura, filmes, cinema, eu mesmo. Realmente não queria me limitar a nada disso, mas mesmo assim precisava identificar algum ponto em comum entre meus textos e o que procuram aqui.


Pois bem. Pensando o porquê de eu escrever e também de chorar algumas vezes olhando paras as árvores ou pensando na vida ou ouvindo uma musica ou sentindo saudade, eu encontrei o tema perfeito.


A Beleza.


Sinceramente eu não sei se a beleza fez mais bem ou mais mal para humanidade. Ma todo, TODO artista de alguma forma a perseguiu. E longe de me auto-intitular artista é a beleza que eu procuro quando leio algum livro novo.


A tragédia de um menino puro, mas sapeca de Meu pé de Laranja Lima, ou o amor suicida de A Dama das Camélias, ou o surpreendente narcisismo de Dorian Gray e até mesmo o maquiavelismo de O Príncipe.


Há em tudo isso uma beleza rara. Uma beleza tão rara de se ver ou sentir, de ser captada. O artista de verdade não passa de um observador, de uma antena que sintonizada corretamente e envia as verdadeiras formas para os obtusos captarem melhor.


A Beleza é o que nos deixa alegres e felizes ou encantados e perdidos. A beleza de uma poesia de uma moça ou do silêncio. A Beleza é multifacetada, pode-se encontra - lá em um rapaz sem dentes sorrindo para o fotografo. Ah, a beleza.


E a falta dela tira as esperanças dos homens e assim acabou-se a vida.


Portanto este blog falará do que é belo, falará da vida. E tenho dito.


E para começar bem, falarei sobre três clássicos. Os nomes dos três foram unidos, resultaram no não tão belo assim, titulo deste texto. Até para aguçar a mente de algum curioso que queira descobrir sobre quais obras primas irei falar.


As duas primeiras são clássicos consagrados, já a terceira é uma indicação pessoal.


Apenas para agradecer a qualquer um que me leia, pois aquele que diz que escreve para si próprio ou é um grande mentiroso ou um grande tolo, um pequeno pensoema. Mistura boba de pensamento com poema:










Não me entenda mal, mas pode também não me entender bem.


Sabe, estou cansado de tudo isso, de tudo que me cerca e me acerta em cheio exigindo ,pedindo, subtraindo do meu ser.


Sou uma rocha, uma parede concreta de concreto batido e chapiscado, mas não é assim que sou; Na verdade sou mole, leve e abstrato.


Sou invisível, irreconhecível, mundanamente celeste.


Fico forte sem o ser de verdade, vou sugando forças de minha própria alma e com isso diminuindo o meu ser, vou sendo aquilo que tenho de ser.


Minha graça colorida agora é cinza e forte, mas a força não é bela é cheia de feiúras fortificantes, não quero ser assim, tenho de ser assim.


Acho que minha missão na terra é completamente celeste, mas se em todas as vidas há uma missão, nunca terei tempo de apenas ser assim como sou. Assim que a vida acabar, começa a morte que é tão cândida quanto tudo o que há aqui.


Cansaço, nada mais pode me definir.








R. Artur

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