Helloi
Bom, acho que eu deveria me apresentar.
Mas não há melhor maneira de me conhecer do que clicar em um dos muitos links que há no blog e que irão lhe direcionar a uma pagina para nossa melhor relação.
Farei então um outro tipo de apresentação.
A do blog.
A do blog.
Fiquei pensando a algum tempo sobre o que eu realmente iria escrever aqui. Literatura, filmes, cinema, eu mesmo. Realmente não queria me limitar a nada disso, mas mesmo assim precisava identificar algum ponto em comum entre meus textos e o que procuram aqui.
Pois bem. Pensando o porquê de eu escrever e também de chorar algumas vezes olhando paras as árvores ou pensando na vida ou ouvindo uma musica ou sentindo saudade, eu encontrei o tema perfeito.
A Beleza.
Sinceramente eu não sei se a beleza fez mais bem ou mais mal para humanidade. Ma todo, TODO artista de alguma forma a perseguiu. E longe de me auto-intitular artista é a beleza que eu procuro quando leio algum livro novo.
A tragédia de um menino puro, mas sapeca de Meu pé de Laranja Lima, ou o amor suicida de A Dama das Camélias, ou o surpreendente narcisismo de Dorian Gray e até mesmo o maquiavelismo de O Príncipe.
Há em tudo isso uma beleza rara. Uma beleza tão rara de se ver ou sentir, de ser captada. O artista de verdade não passa de um observador, de uma antena que sintonizada corretamente e envia as verdadeiras formas para os obtusos captarem melhor.
A Beleza é o que nos deixa alegres e felizes ou encantados e perdidos. A beleza de uma poesia de uma moça ou do silêncio. A Beleza é multifacetada, pode-se encontra - lá em um rapaz sem dentes sorrindo para o fotografo. Ah, a beleza.
E a falta dela tira as esperanças dos homens e assim acabou-se a vida.
Portanto este blog falará do que é belo, falará da vida. E tenho dito.
E para começar bem, falarei sobre três clássicos. Os nomes dos três foram unidos, resultaram no não tão belo assim, titulo deste texto. Até para aguçar a mente de algum curioso que queira descobrir sobre quais obras primas irei falar.
As duas primeiras são clássicos consagrados, já a terceira é uma indicação pessoal.
Apenas para agradecer a qualquer um que me leia, pois aquele que diz que escreve para si próprio ou é um grande mentiroso ou um grande tolo, um pequeno pensoema. Mistura boba de pensamento com poema:
Não me entenda mal, mas pode também não me entender bem.
Sabe, estou cansado de tudo isso, de tudo que me cerca e me acerta em cheio exigindo ,pedindo, subtraindo do meu ser.
Sou uma rocha, uma parede concreta de concreto batido e chapiscado, mas não é assim que sou; Na verdade sou mole, leve e abstrato.
Sou invisível, irreconhecível, mundanamente celeste.
Fico forte sem o ser de verdade, vou sugando forças de minha própria alma e com isso diminuindo o meu ser, vou sendo aquilo que tenho de ser.
Minha graça colorida agora é cinza e forte, mas a força não é bela é cheia de feiúras fortificantes, não quero ser assim, tenho de ser assim.
Acho que minha missão na terra é completamente celeste, mas se em todas as vidas há uma missão, nunca terei tempo de apenas ser assim como sou. Assim que a vida acabar, começa a morte que é tão cândida quanto tudo o que há aqui.
Cansaço, nada mais pode me definir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário